
A resposta a esta questão é algo complexa porque a física das luzes é complexa. A luz é medida em dois valores: comprimento de onda (medida em nanometros ou "nm") e intensidade (emissão medida em mili-watts por centímetro quadrado “mW/cm²”). As lâmpadas LED não têm o mesmo comprimento de onda que as lâmpadas UV CFL (lâmpadas fluorescentes compactas). As lâmpadas UV CFL emitem luz de baixa densidade num comprimento de onda desde 345 nm para um espectro visível (400 nm a 850 nm). A baixa densidade do espectro UVA (320 nm a 400 nm) resulta numa probabilidade muito baixa de danos na pele das costas da mão. A intensidade das lâmpadas dos aparelhos LED não está no comprimento de onda UVA porque praticamente todos os aparelhos de luz LED disponíveis no mercado da indústria das unhas são 405 nm (espectro violeta), o que se situa muito próximo do final do espectro UVA e emitem com uma intensidade superior. Este comprimento de onda é menos prejudicial para a pele porque o espectro violeta não causa danos na pele.
Convém lembrarmo-nos que o nosso corpo foi concebido para estar exposto a vários comprimentos de onda de luz, incluindo UVA e alguns níveis mais baixos de luz UVB. O nosso corpo está ainda preparado para se reparar em situações de sobre-exposição. É igualmente importante compreender que como em qualquer outro aspecto da nossa vida, devemos sempre utilizar o equipamento que temos no trabalho ou em casa da forma que foi concebido para ser utilizado.
Fundamentalmente, ambas fontes de luz, da forma como são utilizadas na indústria das unhas, não são prejudiciais para a pele. Cada uma destas fontes de luz é considerada segura para utilizar segundo as diretivas dos fabricantes dos aparelhos e de gel. Cada lâmpada, através de testes independentes, não foi considerada como uma fonte de cancro desde que utilizada seguindo as instruções dos fabricantes.